“E As Montanhas Ecoaram” de Khaled Hosseini

coverDepois de ter lido a Kirkus review acerca deste livro que dizia que as várias histórias paralelas não se interligavam bem e que saltavam no tempo de uma maneira confusa e que este livro era inchado e pesado, ou seja, com histórias que poderiam ser suprimidas porque só servem para acrescentar páginas ao livro. Como geralmente as Kirkus reviews vão de encontro ao que eu também penso, comecei a pensar que se calhar não foi boa ideia ter comprado este livro baseado apenas no facto de que foi o vencedor do Goodreads Awards 2013 na categoria – Fiction.
Mas, assim que o comecei a ler senti-me logo agarrado pela escrita de Khaled Hosseini, que é sem dúvida um exímio contador de histórias. A multiplicidade de personagens principais é brutal assim como também é brutal a vida no Afeganistão.
Eu discordo completamente da critica da Kirkus e acho que Khaled Hosseini soube muito bem pegar em várias histórias e cosê-las numa só.
Deixo um alerta para os leitores mais sensíveis – existem muitas situações cruéis descritas neste livro e de verdadeiro terror – e infelizmente, assim é o mundo.

Sinopse:
1952. Em Shadbagh, uma pequena aldeia no Afeganistão, Saboor é um pai que um dia se vê obrigado a tomar uma das decisões mais difíceis da sua vida: vender a filha mais nova, Pari, a um casal abastado em Cabul e assim poder continuar a sustentar a restante família. A separação é particularmente devastadora para Abdullah, o irmão mais velho que cuidou de Pari desde a morte da mãe de ambos. Nenhum dos dois imaginava que aquela viagem até à capital iria instalar um vazio nas suas vidas que seria capaz de atravessar décadas e quilómetros e condicionar os seus destinos… Neste seu terceiro romance, Khaled Hosseini traz-nos uma belíssima e comovente saga familiar que reflete sobre como os laços que nos unem sobrevivem aos obstáculos que a vida nos impõe.

Críticas de imprensa:
«Extraordinário.»
People

«Excecional.»
Time

«Comovente.»
New York Times Book Review

«Espetacular.»
USA Today

comprar
Anúncios

“A Torre Negra I – O Pistoleiro” de Stephen King

 

capa Depois de ter ouvido falar tanto desta obra e de saber que ela possui uma legião de fãs imensa, fiquei bastante desapontado com o que li. Neste volume em que o Pistoleiro – Roland Deschain – percorre o deserto atrás do homem de negro, existe muito pouca acção, e a maior parte das cenas são um bocado entediantes, exceptuando as partes em que a história volta atrás no tempo, quando Roland Deschain era um jovem que treinava para se tornar num pistoleiro.


Mas a história não termina aqui e há mais volumes de “A Torre Negra”.
Stephen King soube terminar a história do primeiro volume de uma forma que deixa o leitor curioso para o que virá a seguir, ao mesmo tempo que cria uma expectativa no leitor de que os próximos volumes serão bem mais interessantes do que este.

A série A Torre Negra de Stephen King foi inspirada por um dos seus filmes favoritos – O Bom, O Mau e o Vilão – o famoso Spaghetti Western de Sergio Leone.

No YouTube existe este excelente vídeo feito por um fã da série que vos dará uma melhor ideia do mundo da Torre Negra criado por Stephen King.
http://youtu.be/vBZZ9tV3_6E

A Torre Negra 1

“Os Ficheiros Spellman” de Lisa Lutz

Pouco há a criticar nesta obra, resta-me apenas dizer que é uma história hilariante de uma família que possui uma empresa de investigações e que também tem como hobbie invadir a privacidade dos outros, incluindo a dos próprios familiares. E este ingrediente bem confeccionado foi o suficiente para criar uma obra quase obrigatória para se ter na estante de todos aqueles que gostam de histórias simples, divertidas e repleta de problemas familiares.
Elogio as personagens caricatas e muito bem construídas pelas quais o leitor sente uma extrema empatia, e cuja loucura continua por mais uns volumes.
Fico ansiosamente a aguardar a adaptação ao grande ecrã que deverá sair em 2015.

ficheiros spellman

Sinopse: Bem-vindo ao mundo da família Spellman. Eles são divertidos, muito unidos, calorosos e extremamente competentes e dedicados ao seu trabalho. Bom, talvez um bocadinho dedicados de mais… Donos de uma agência de investigação privada que emprega quase todos os membros da família, desenterrar os segredos das vidas alheias é a coisa mais natural no seu dia-a-dia. O pior é quando já não conseguem separar o trabalho da vida pessoal…Os Ficheiros Spellman é ao mesmo tempo uma comédia hilariante e enternecedora e um manual sobre como levar a família à loucura… tudo por amor.

Críticas da Imprensa:
  • «Uma estreia divertida e espirituosa, com humor e caos, descontraída e ligeira. Uma história fresca que aborda problemas reais de uma forma nada convencional.» | Kirkus
  • «Deslindar um caso pode ser muito complicado e até algo excêntrico quando toda uma família de detectives está envolvida, mas Lutz fá-lo com grande humor nesta estreia magnífica.» | Publisher’s Weekly

«Quando um livro destes cai no colo de um crítico literário, é como se fosse Natal. Posso ler? E ficar com o livro? E isto é o meu trabalho?…Lisa Lutz conseguiu uma coisa rara: um romance de estreia que não é apenas refrescante (tantos o são), mas também divertido. Divertido sem ser banal. Inteligente sem ser pretencioso.» | Bookreporter


ficheiros spellman comprar

“O Cavaleiro da Armadura Enferrujada” de Robert Fisher

capaUma obra metafórica, divertida, que proporciona ao leitor belas imagens e que o fazem sobretudo refletir. É um livro pequeno em tamanho e grande em conteúdo. Aborda sobretudo três questões: 1 – o medo da solidão; 2 – o conhecimento do que nos rodeia e sobretudo de nós próprios; 3 – A coragem e determinação. E segundo esta pequena história, ao desafiar-se estas questões seremos levados ao amor pela vida e pelos outros.
Um livro divertido que vale a pena ler e reler.

No Youtube existe esta animação 2D que conta a história do Cavaleiro da Armadura Enferrujada. Está dividida em 4 partes.

comprar

“Os Filhos de Anansi” de Neil Gaiman

capa

Apesar de conter muitas situações que caem no absurdo, não me restam dúvidas de que os livros de Neil Gaiman fazem “crescer” quem os lê, mesmo que essa pessoa seja um adulto com uma personalidade já bem definida. Como é típico em Neil Gaiman este livro possui situações e personagens que não lembram a ninguém exceptuando o próprio. E penso que é por este motivo que ele adquiriu uma legião enorme de fãs. A história está orientada sobretudo para adolescentes e jovens adultos, mas recomenda-se também a adultos que gostem de histórias divertidas.

Sinopse:
Dois irmãos radicalmente diferentes conhecem-se por ocasião da morte do pai: Charlie, inseguro e banal; e Spider, herdeiro dos poderes mágicos paternos. O confronto entre os dois vai mudar para sempre os seus destinos e o facto do pai não ser humano, mas antes Anansi, um deus africano caótico e endiabrado, vai revestir a narrativa de um carácter fantástico como só Gaiman sabe conceber, fruto da sua prodigiosa imaginação.

comprar

Se quiserem saber sobre a verdadeira origem do deus Anansi consultem http://en.wikipedia.org/wiki/Anansi/

Anansi boys

“O Circo dos Sonhos” de Erin Morgenstern

capa Em “O Circo dos Sonhos” somos levados para um circo como nenhum que se veja atualmente, e ficamos a desejar que houvesse realmente um circo como este. O que mais me impressionou foram as belas imagens que Erin Morgenstern consegue criar na mente do leitor, a beleza do circo e das suas personagens é arrebatadora.

the night circus
Aconselho este livro apenas aos leitores que gostem de viajar até mundos mágicos onde é possível criarem-se e fazerem-se coisas extraordinárias com o poder da magia. Aqueles que acham estúpido quebrar leis da física e ridículo o facto de as coisas serem conseguidas apenas com o poder da mente não devem pegar neste livro.
Os que gostam de se abstrair da realidade vão achar este livro maravilhoso.
E claro sobretudo os que gostam de romance.

célia e MarcoResta-me por último elogiar o layout gráfico do livro, sobretudo as páginas que não são apenas compostas por letras e que sem dúvida contribuem bastante para tornar este belo livro em algo ainda mais belo.

Entrem neste circo preto e branco, vão ver que não se vão arrepender.

the_night_circus_by_viveie-d4rfjynEsta história irá ser adaptada para o cinema. Ainda não existe data prevista de estreia, mas já existe um cartaz feito por um fã.

cartaz fã

Sinopse:
Um misterioso circo itinerante chega sem aviso e sem ser precedido por anúncios ou publicidade. Um dia, simplesmente aparece. No interior das tendas de lona às listas pretas e brancas vive-se uma experiência absolutamente única e avassaladora. Chama-se Le Cirque des Rêves (O Circo dos Sonhos) e só está aberto à noite.
Mas nos bastidores vive-se uma competição feroz – um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, que foram treinados desde crianças exclusivamente para este fim pelos seus caprichosos mestres. Sem o saberem, este é um jogo onde apenas um pode sobreviver, e o circo não é mais do que o palco de uma incrível batalha de imaginação e determinação. Apesar de tudo, e sem o conseguirem evitar, Celia e Marco mergulham de cabeça no amor – um amor profundo e mágico que faz as luzes tremerem e a divisão aquecer sempre que se aproximam um do outro.
Amor verdadeiro ou não, o jogo tem de continuar e o destino de todos os envolvidos, desde os extraordinários artistas do circo até aos seus mentores, está em causa, assente num equilíbrio tão instável quanto o dos corajosos acrobatas lá no alto.Escrito numa prosa rica e sedutora, este romance arrebatador é uma dádiva para os sentidos e para o coração. O Circo dos Sonhos é uma obra fascinante que fará com que o mundo real pareça mágico, e o mundo mágico, real.

Nota: Nenhuma das ilustrações pertence ao livro, à excepção da capa, foram criadas por fãs.

comprar

“Menina Rica, Menina Pobre” de Joanna Rees

Menina Rica Menina PobreA História de duas irmãs separadas à nascença, às quais são atribuídos dois destinos diferentes, a mais velha vai para um orfanato na Alemanha de Leste enquanto que a mais nova é entregue a um dos casais mais ricos dos EUA. Joanna Rees mostra-nos através deste romance melodramático que a felicidade não está dependente da riqueza, mas sim do amor e do apoio das pessoas com quem nos relacionamos. Thea – a menina rica, vê-se numa situação de infelicidade após ter sido afastada das pessoas que mais amava, enquanto que Romy – a menina pobre, consegue escapar de um sítio odioso e conseguir uma vida melhor, depois de ter conseguido conhecer as pessoas certas.
O livro explora temas como os abusos sexuais, a exploração humana e a corrupção. Sendo que muitas situações da história são algo fantasistas, típicas de novela.

Considero a escrita de Joanna Rees muito “pop”, fazendo alusões a músicas pop da época em que narrativa acontece e a marcas de designer conceituadas.
Aventurei-me por um gênero que não é muito a minha praia e ainda bem que o fiz, pois gostei muito deste livro – sem dúvida uma leitura recomendada para quase todos os tipos de leitores.comprar

“Acácia – Presságios de Inverno” de David Anthony Durham

Continuação da história dos descendentes de Leodan Akaran, que foram separados após a tomada de Acácia pelo povo do Mein (ver Acácia – Ventos do Norte), ficando os quatro irmãos a crescer em culturas diferentes. .

Presságios de Inverno

A descrição das diferentes culturas em que os irmãos Akaran crescem é uma das características que mais aprecio em Acácia e que distingue esta obra dos tradicionais livros de fantasia, . Geralmente na fantasia, o que existem são diferentes raças que vivem em locais diferentes e que não se querem misturar, em Acácia os povos são todos humanos, que vivem com diferentes filosofias que vão de encontro a uma adaptação ao ambiente geográfico.

Outra característica que aprecio é a política que continua neste volume a assumir uns dos principais destaques, mostrando basicamente dois ideais, um representa o ideal do povo e classe trabalhadora, que quer igualdade, justiça, acabar com o consumo de drogas, etc.. O outro a política de quem está no topo, que envolve interesses económicos, jogos de poder, estranhas alianças e negócios obscuros.

Com estas caracterizações David Anthony Durham estabelece um paralelismo muito forte com o mundo onde vivemos e com a nossa história, o que demarca Acácia dos restantes títulos de fantasia.

Este volume traz uma dose de maior emoção para o leitor, enquanto o primeiro volume consistiu na introdução do reino de Acácia, este traz-nos grandes batalhas e cenários muito mais ricos para a imaginação do leitor.

Em “Presságios de Inverno” assistimos ao inicio e fim de uma curta era. O próximo volume deverá ser o início de uma nova era, por isso estou a contar que seja mais como o primeiro, muito enredo politico e pouca ação, em que o reino de Acácia se encontrará em paz mas numa situação de grande guerra iminente.

Comprar Acácia 1

“O Gosto Proibido do Gengibre” por Jamie Ford

pe-gengibre

Quando pensava que já tinha lido quase tudo sobre a 2ª Guerra Mundial dou com este livro a abordar a questão de uma maneira completamente diferente.

Nota: as imagens que se seguem poderão não fazer uma relação direta com o texto da critica, contudo, relacionam-se diretamente com os acontecimentos do livro.

Chegada japoneses camposJaponeses residentes nos EUA a dirigirem-se para um campo de internamento durante a 2ª Guerra Mundial. Acontecimento relevante em “O Gosto Proibido do Gengibre”

Esta história é sobre Henry – um chinês de 12 anos; e Keiko – uma japonesa também de 12 anos (mas uns meses mais velha), que foram nascidos e criados nos Estados Unidos, vitimas de xenofobia, bullying e separados devido à 2ª Grande Guerra. O pai de Henry um Chinês extremamente conservador e nacionalista que obriga o filho a usar um pin que diz “Eu Sou Chinês” não aceita a relação do filho com uma rapariga japonesa, pois chineses e japoneses há muito que são inimigos, vivem um conflito conhecido como guerra Sino-Japonesa que se dividiu em 2 eventos: 1ª guerra ocorreu entre 1894 e 1895, a segunda entre 1937 e 1945. Os pais de Keiko aceitam a relação porque se consideram mais americanos do que japoneses.

refeitórioRefeitório de Minidoka onde Henry trabalhava

A narrativa divide-se entre 2 tempos que se intercalam:

– De 1942 a 1945: em que Henry e Keiko se conhecem; logo de seguida ocorre a invasão dos japoneses a Pearl Harbor e como medida de segurança os Estados Unidos decidem enviar os japoneses para campos de concentração. Que são um conjunto de barracos cercados por arame farpado e soldados, criados para evitar fugas de informação dos Estados Unidos para o Japão (e é esta a parte relativa à 2ª Grande Guerra que eu nunca vi abordarem). Henry e Keiko vêm-se assim separados.

Vista Geral MinidokaVista geral do campo de Minidoka onde Keiko e a familia ficaram durante a 2ª Guerra Mundial

– 1986: Mostra-nos Henry com 56/57 anos pai de um filho.

Panama Hotel Tea House

Janela no Panama Hotel Tea House – mostra os objectos deixados pelos japoneses que foram levados para os campos de concentração.

Muita gente contesta um acontecimento deste ano porque Henry descreve o filho como sendo moderno, já que frequenta um grupo de suporte on-line e nessa altura a internet não estava disponível para os cidadãos comuns. Contudo a National Science Foundation Network criou uma rede entre várias universidades em que se podia discutir ideias científicas. Por isso não deixa de ser uma possibilidade.

Panama HotelHotel Panama em Seattle – sítio de referência nos acontecimentos desta história

“O Gosto Proibido do Gengibre” é uma história comovente sobre a amizade e o verdadeiro amor que vai agradar a adolescentes e adultos. Uma história muito bem delineada sobre dois adolescentes que foram forçosamente separados e que com o passar dos anos mantiveram a pessoa que amaram sempre presente nos seus corações.

Mapa dos campos de internamento dos japoneses residentes nos Estados Unidos

Dados MinidokaDados sobre Minidoka

“O Gosto Proibido do Gengibre” no Goodreadscomprar o gosto proibido

“Acácia – Ventos do Norte” de David Anthony Durham

Acácia – Ventos do Norte é o livro 1 de uma coleção de 6. Originalmente uma trilogia, a editora Saída de Emergência decidiu dividi-lo em 6 volumes.

capa Ventos do Norte
Gostei bastante do “Mundo Conhecido” criado por David Anthony Durham, ao contrário do que acontece na maioria dos livros de fantasia, este mundo conhecido é muito semelhante ao nosso, pelo menos não existem sinais de humanoides como orcs, trolls, trollocs, Myrddraal, whitewalkers, necromancers ou semelhantes. A única raça diferente são os numreks, que fisicamente são descritos como mais altos, mais fortes fisicamente e pele mais pálida que o resto dos humanos que habitam o Mundo Conhecido.

Mapa do Mundo Conhecido

Mundo Conhecido
Li muitas criticas a referir este livro como cliché, quase descrito como sendo uma imitação de “A Song of Ice and Fire”. Eu achei “Acácia” bastante diferente, por não ser um livro dominado pela magia, pelo menos não foi referido neste primeiro livro que alguma das personagens tivesse poderes especiais tal como acontece em “A Song of Ice and Fire” em que várias personagens principais possuem poderes especiais, como é o caso dos Targaryen e das crianças Stark.
Na capa está escrito: “Uma saga que combina a ambiguidade moral e a brutalidade da obra de George R R Martin”, depois de ter lido o livro cheguei à conclusão de que esta frase não é mais do que uma manobra de marketing. Apesar de a ambiguidade moral e a brutalidade terem uma presença forte em “Acácia”, esta obra é bastante diferente da de George R R Martin e quem gosta de “A Song Of Ice And Fire” poderá não gostar de “Acácia”.

Principais personagens de Acácia

ACACIA_Wallpaper_personagens
É um livro que se foca na política e intriga e não nas batalhas, o que poderá constituir uma leitura monótona para alguns. É um livro que apela muito à razão, durante a leitura de “Acácia” dei por mim a fazer várias comparações com o que se passa neste mundo. Li Acácia e pensei – “mas que mundo mais violento e desigual que é este Mundo Conhecido”, um império dominado pelo tráfico de droga e de crianças, nações em patamares muito diferentes de desenvolvimento e culturas pouco ou nada semelhantes e claro a eterna luta pelo poder que originam as guerras e uma organização que tem mais poder que todos os reis. Penso melhor e faço uma analogia com este mundo e infelizmente o que se passa em Acácia passou-se no passado e passa-se actualmente no nosso planeta Terra – tráfico de droga, crianças raptadas (mulheres e homens também), temos o caso que se fala nos últimos tempos: que crianças trabalham em minas no Congo e outros países africanos, para que os ocidentais e as suas crianças mimadas tenham smartphones e tablets ao menor preço possível, e claro as guerras que estão sempre a acontecer em algum canto deste globo multicultural em que enquanto uns vivem de abundância, deitam toneladas de alimentos ao lixo e queixam-se de crise muitos outros passam  fome e frio. A foto em baixo não é de Acácia, é deste mundo, decidi colocar neste post para alertar para esta triste realidade.

Crianças a trabalharem nas minas do Congo, uma realidade que não é exclusivamente Acaciana, infelizmente é deste planeta Terra. Reportagem em The Price of Precious, pela National Geographic.

Gostei bastante do livro, e fiquei empolgado a ler o resto da coleção, espero que David Anthony Durham não decepcione e que escreva mais sobre o Mundo Conhecido.

Comprar Acácia 1