Capítulo 23 – Últimas Considerações

– As recaídas fazem parte do processo de aprendizagem.

– É preciso evitar dramatizar por dramatizar. Se não conseguimos ser pessoas mais saudáveis, paciência, mas a vida continua.

– Podemos sempre aprofundar mais a nossa filosofia antilamentações.

– É preferível trabalhar a nível cognitivo do que comportamental.

Capítulo 22 – Ganhar Autoestima

– A boa autoestima não consiste em convencermo-nos de que temos valor, mas de que todos o têm.

– É importante aceitar incondicionalmente os outros porque desse modo aceitamo-nos incondicionalmente a nós próprios.

– A boa assertividade não consiste em defendermo-nos, mas em nunca nos vermos atacados e a não termos problemas em ser criticados.

Capítulo 20 – Aprender a Concentrar-se Num Futuro Cheio de Esperança

– A felicidade não depende de êxitos ou de situações ideais, mas da nossa saúde mental.

-É preciso deixar de olhar para o passado com nostalgia. O tempo passado não foi melhor, isso é uma invenção da nossa mente. A única diferença é que “naquele passado” não olhávamos para o “passado”.

– Possuímos uma enorme capacidade para apreciar a beleza de qualquer coisa e de qualquer lugar. Valorizemos o que temos por perto: é mais fácil e mais ecológico que ansiar por paraísos longínquos.

 

Capítulo 19 – Aprofundar a Despreocupação: A Saúde

– É conveniente ocupar-se da saúde, mas não preocupar-se demasiado com ela.

– Sem saúde é possível ser muito feliz, com saúde pode ser-se muito infeliz.

– É muito saudável distanciarmo-nos de nós próprios, não nos darmos muita importância, porque não há outra forma de nos apaziguarmos.

Capítulo 18 – Libertar-se das Obrigações

– A maioria das obrigações são neuroses com origem em necessidades inventadas.

– É preciso fazer as coisas por prazer, mas não por obrigação.

– As pessoas à nossa volta não precisam da nossa atenção. Devemos devolver-lhes a força e a responsabilidade perante as suas próprias vidas de modo que possam desfrutar das suas capacidades.

Capítulo 17 – Ganhar Tolerância à Frustração

– As adversidades fazem parte da vida e são, em grande medida, inevitáveis. Se as aceitarmos não nos aborrecerão tanto.

– Podemos criar bases para que as coisas aconteçam favoravelmente, mas nem sempre conseguiremos ver atendidos os nossos desejos. Paciência! Mas não faz mal, a vida continua a ser bela.

Capítulo 16 – Diminuir o Stress no Trabalho

– A eficácia está sobrevalorizada. Um pouco de eficácia é bom; demasiada é prejudicial.

– Cometer erros é normal e positivo. É com os erros que aprendemos.

– Depender mentalmente de um trabalho é psicologicamente prejudicial.

– Tudo o que perdemos com a importância que damos aos erros, ao conforto, aos altos níveis de produção, etc., é desnecessário. O mais importante é a paz interior, que perdemos quando nos tornamos obcecados pela perfeição.